NFS-e do Simples Nacional: o que muda em 1º de novembro de 2026

Sua empresa é ME ou EPP optante pelo Simples Nacional e presta serviços? Então atenção: a forma de emissão da NFS-e vai mudar em 1º de novembro de 2026. A partir dessa data, as microempresas (ME) e empresas de pequeno porte (EPP) optantes pelo Simples Nacional que precisam emitir Nota Fiscal de Serviço eletrônica deverão utilizar a NFS-e de padrão nacional, por meio do Emissor Nacional da NFS-e. [Fonte: Receita Federal] A mudança foi estabelecida pela Resolução CGSN nº 191, de 4 de agosto de 2026, que alterou o prazo anteriormente previsto para setembro. Agora, empresas e contadores têm até 31 de outubro para se preparar. Em resumo: o prazo mudou, mas a obrigação continua. Por isso, o contador precisa entender a mudança, identificar os clientes afetados e orientar cada empresa antes da primeira emissão pelo novo ambiente. O que muda na NFS-e do Simples Nacional? As ME e EPP optantes pelo Simples Nacional deverão emitir a NFS-e pelo Emissor Nacional da NFS-e, nas situações em que a prestação de serviço exigir esse documento. A empresa poderá emitir a nota de duas formas: A Resolução CGSN nº 191/2026 também revogou a Resolução CGSN nº 189/2026, que previa o início da obrigatoriedade em setembro. Dessa forma, o prazo ganhou dois meses para adaptação. Quando começa a obrigatoriedade da NFS-e Nacional? A obrigatoriedade começa em 1º de novembro de 2026 para ME e EPP optantes pelo Simples Nacional que prestam serviços sujeitos à emissão de NFS-e. Até 31 de outubro, as empresas seguem as regras aplicáveis ao período anterior. Depois disso, a emissão deverá seguir o padrão nacional definido pela nova regulamentação. Por isso, não vale esperar a primeira nota ser rejeitada para começar a adaptação. Quais empresas precisam emitir a NFS-e pelo Emissor Nacional? A regra alcança as microempresas e empresas de pequeno porte optantes pelo Simples Nacional que realizam prestações de serviços sujeitas à NFS-e. No entanto, é importante observar o tipo de operação. A Resolução CGSN nº 191/2026 determina a utilização da NFS-e de padrão nacional para prestações de serviços sujeitas à Nota Fiscal de Serviços. Em operações sujeitas apenas ao ICMS, a NFS-e prevista pela resolução não se aplica. [Fonte: Receita Federal] Além disso, a regra também contempla situações específicas, como empresas cuja opção pelo Simples Nacional esteja pendente de análise e empresas sob determinados efeitos de impedimento previstos na regulamentação. E o MEI? A mudança não representa uma nova obrigação para o MEI prestador de serviço. O MEI já utiliza o Emissor Nacional da NFS-e desde setembro de 2023. Portanto, a nova regra tem como foco as ME e EPP optantes pelo Simples Nacional. Essa diferenciação é importante porque evita confundir as regras aplicáveis a cada categoria empresarial. O que muda para o contador? Na prática, a mudança também transforma a rotina dos escritórios de contabilidade. Isso acontece porque o contador precisa conhecer a situação de cada cliente e orientar a empresa sobre o caminho adequado para a emissão. Antes da transição, vale levantar: Assim, o escritório consegue antecipar problemas e orientar seus clientes antes da mudança. Além disso, o contador pode aproveitar esse momento para revisar cadastros, processos e integrações. Afinal, uma alteração no ambiente de emissão também pode impactar o fluxo de informações entre empresa, sistema e contabilidade. O que muda no Distrito Federal? No Distrito Federal, os optantes pelo Simples Nacional também deverão utilizar o Emissor Nacional da NFS-e. [Fonte: Secretaria de Economia do DF] O Governo do Distrito Federal confirmou que as empresas do Simples deixarão de utilizar o emissor próprio do DF e passarão para o ambiente nacional. Por isso, escritórios e empresas do DF precisam considerar essa mudança no planejamento de emissão das notas. Além disso, o Distrito Federal possui outros cronogramas relacionados à adoção do padrão nacional de NFS-e. Portanto, empresas de outros regimes tributários devem acompanhar as regras específicas aplicáveis à sua situação. O que um bom sistema de emissão de NFS-e precisa oferecer? A mudança para o padrão nacional não significa apenas trocar uma tela de emissão por outra. Para a empresa, o ideal é contar com um sistema que acompanhe as regras fiscais e facilite a rotina de faturamento. Primeiramente, o sistema precisa realizar a integração correta com o ambiente autorizado. Além disso, deve encaminhar as informações de acordo com o cenário tributário da empresa e acompanhar o retorno da operação. Outro ponto importante é a validação dos dados. Antes do envio, o sistema pode ajudar a identificar informações incompletas, códigos incorretos, alíquotas inadequadas ou cadastros desatualizados. Dessa forma, a empresa reduz erros e evita retrabalho. Também é importante apresentar as mensagens de rejeição de maneira clara. Afinal, não basta mostrar um código técnico. O usuário precisa entender o que aconteceu e saber qual informação deve corrigir. E para o contador? Para o contador, a organização das informações também faz diferença. Quanto mais acessíveis estiverem os documentos fiscais e os dados de faturamento, menor será o tempo gasto com consultas, conferências e correções durante o fechamento. Por isso, uma boa solução de emissão deve contribuir não apenas para gerar a nota, mas também para organizar o processo fiscal e facilitar o acesso às informações. Emissor Nacional ou sistema integrado: qual escolher? A escolha depende principalmente da rotina da empresa. Quem emite poucas notas pode utilizar diretamente o Emissor Nacional da NFS-e. Por outro lado, empresas que realizam emissões frequentes podem ganhar mais agilidade com um sistema integrado. Nesse caso, a integração via API permite que o sistema da empresa se comunique com o ambiente nacional, sem exigir que o usuário faça cada emissão manualmente. Além disso, um sistema de gestão pode reunir outras etapas da operação. Por exemplo, a empresa pode: Assim, a decisão não deve considerar apenas “onde emitir a nota”. O mais importante é avaliar como a emissão se encaixa no processo de faturamento da empresa. Como o SempreFaturar pode ajudar? O SempreFaturar reúne emissão fiscal, faturamento, cobrança e integração contábil em uma única solução. Com ele, a empresa pode emitir NF-e, NFS-e, NFC-e,

Selo Eletrônico: a identidade digital das empresas

Uma empresa pode emitir milhares de notas fiscais, declarações, certidões e comprovantes todos os dias. Muitos desses documentos são gerados automaticamente, sem a participação direta de uma pessoa. Mas como comprovar que aquele documento realmente saiu da empresa e que ninguém alterou seu conteúdo? É justamente para responder a essa necessidade que surgiu o Selo Eletrônico da ICP-Brasil, um novo tipo de certificado digital destinado exclusivamente às pessoas jurídicas. O que é o Selo Eletrônico? O Selo Eletrônico é um certificado digital criado para comprovar a origem e a integridade de documentos eletrônicos emitidos por uma empresa. Na prática, ele funciona como uma identidade digital da organização. Assim, quem recebe um documento com o selo pode verificar qual empresa o emitiu e confirmar se o conteúdo continua íntegro. Por isso, a tecnologia ganha importância principalmente em processos automatizados. Nesses casos, sistemas podem emitir documentos sem que uma pessoa precise assinar cada operação individualmente. Entre os principais exemplos estão: Quer entender melhor como funciona o Selo Eletrônico? Para complementar este conteúdo, confira o vídeo da Safeweb sobre Selo Eletrônico: VÍDEO DA SAFEWEB Qual é a diferença entre Selo Eletrônico e assinatura digital? Embora os dois façam parte do universo da certificação digital, Selo Eletrônico e assinatura digital possuem funções diferentes. A assinatura digital identifica uma pessoa e registra sua manifestação em relação ao conteúdo de um documento. Dessa forma, ela relaciona o ato à pessoa que realizou a assinatura. Já o Selo Eletrônico identifica a empresa responsável pela emissão do documento. Portanto, ele não atribui a operação a um sócio, administrador ou funcionário específico. Em resumo: Assinatura digital: responde “quem assinou?”.Selo Eletrônico: responde “qual empresa emitiu?”. Essa diferença se torna ainda mais importante nos processos automatizados. Afinal, uma empresa não precisa utilizar a identidade digital de um funcionário para comprovar a origem de cada documento que seu sistema gera. Enquanto a assinatura digital continua relacionada à manifestação de vontade de uma pessoa, o Selo Eletrônico relaciona o documento à própria organização. O que muda para as empresas? A Resolução CG ICP-Brasil nº 211, de 31 de outubro de 2024, instituiu o Selo Eletrônico como parte do processo de modernização da ICP-Brasil. A nova estrutura prevê duas modalidades: No entanto, a mudança não acontece de uma vez. A ICP-Brasil estabeleceu um período de transição para que empresas e fornecedores de sistemas possam adaptar seus processos. Segundo o Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI), os certificados A1, A2, S1, S2, S3 e S4 poderão ser utilizados até 2 de março de 2029. A partir de 3 de março de 2029, esses certificados não poderão mais ser utilizados. Por isso, as empresas já podem começar a avaliar os impactos dessa mudança. Como as empresas podem se preparar? O primeiro passo consiste em mapear onde e como a empresa utiliza seus certificados digitais atualmente. Para isso, vale analisar os sistemas, plataformas e processos que utilizam o certificado de forma automática. Algumas perguntas ajudam nesse diagnóstico: A partir dessas respostas, a empresa consegue identificar quais processos exigirão mudanças e pode planejar a transição com antecedência. Assim, em vez de esperar até 2029, a organização pode começar agora a preparar seus sistemas e fornecedores. Por que o Selo Eletrônico é importante? O Selo Eletrônico representa uma evolução na certificação digital para empresas, principalmente porque diferencia a identidade da organização da identidade das pessoas que trabalham nela. Imagine, por exemplo, uma empresa que emite centenas de documentos automaticamente todos os dias. O sistema realiza essas operações em nome da organização, mas isso não significa que um funcionário precise assinar cada documento individualmente. Nesse cenário, o Selo Eletrônico permite relacionar a emissão diretamente à empresa. Dessa maneira, podemos separar os dois cenários: Manifestação de vontade: uma pessoa utiliza sua assinatura digital para assumir autoria em relação a um ato ou documento. Processo automatizado: a empresa utiliza o Selo Eletrônico para comprovar a origem e a integridade de um documento emitido por seus sistemas. Essa separação torna o uso da certificação digital mais adequado para cada situação. Além disso, ajuda as empresas a estruturarem seus processos digitais de forma mais segura e organizada. Selo Eletrônico: o que sua empresa precisa saber O Selo Eletrônico da ICP-Brasil representa uma nova etapa da certificação digital para pessoas jurídicas. Mais do que uma mudança nos tipos de certificados, essa evolução modifica a maneira como as empresas comprovam a origem de documentos gerados digitalmente e por processos automatizados. Por isso, não é necessário esperar 2029 para começar a se preparar. Mapear os sistemas utilizados atualmente, conversar com fornecedores de tecnologia e entender quais processos dependem de certificados digitais são passos importantes para uma transição planejada. Na Sempre Tecnologia, acompanhamos as transformações da certificação digital para ajudar empresas a entender as mudanças e adotar novas tecnologias com segurança e tranquilidade. Porque, no ambiente digital, não basta emitir um documento. É preciso comprovar de onde ele veio.

Certificado digital no Pix: entenda como funciona

O Pix “esconde” um certificado digital Você faz um Pix em dez segundos. Abre o aplicativo, escolhe a chave, confere o nome, digita a senha e pronto. Parece que foi apenas um clique, mas, por trás daquela tela, diferentes sistemas precisam identificar-se, trocar informações e confirmar que nenhuma mensagem foi alterada. Além disso, parte dessa confiança é sustentada por uma tecnologia que muita gente associa apenas a contratos e notas fiscais: o Certificado Digital. O certificado digital é usado no Pix? Sim. Certificados digitais ICP-Brasil são utilizados na infraestrutura do Pix para identificar participantes, proteger a comunicação e assinar digitalmente as mensagens trocadas entre os sistemas. Isso não significa que você utilize seu e-CPF para fazer cada transferência. O usuário autoriza a operação pelos mecanismos do banco, como senha ou biometria, enquanto os certificados atuam nos bastidores, ajudando as instituições a comprovar suas identidades e verificar a integridade das informações. É como se existissem duas conversas. Na primeira, você diz ao aplicativo: “Sou eu e quero transferir este dinheiro.” Na segunda, os sistemas confirmam: “Esta mensagem realmente veio de uma instituição autorizada e chegou sem alterações.” Além disso, o Banco Central determina certificados específicos para diferentes finalidades na infraestrutura do Pix. Parece excesso de cuidado? Quando o assunto é dinheiro circulando em tempo real, excesso de cuidado tem outro nome: segurança. Certificado digital serve apenas para assinar documentos? Não. O certificado digital também pode identificar organizações, sistemas, aplicações e equipamentos em processos automatizados. Esse é o ponto que quase ninguém percebe. Hoje, plataformas processam pagamentos, sistemas emitem documentos e aplicações trocam informações sem uma pessoa clicando em “assinar” a cada etapa. Nesse cenário, a automação elimina a intervenção humana, mas não elimina a necessidade de confiança. Essa transformação também explica a criação do Selo Eletrônico da ICP-Brasil. Enquanto a assinatura digital pode representar o ato de uma pessoa, o Selo identifica a organização responsável pela origem de documentos, transações e processos automatizados. Dessa forma, ele responde a uma economia na qual empresas e máquinas atuam cada vez mais juntas. O próprio ITI explica que o Selo Eletrônico tem como finalidade garantir a integridade e a origem de documentos eletrônicos emitidos por uma pessoa jurídica. Onde mais essa confiança está presente? A certificação digital pode apoiar operações fiscais, financeiras, empresariais, governamentais e de saúde. Por exemplo, a mesma lógica aparece na emissão automatizada de notas fiscais, na comunicação com órgãos públicos, nas integrações entre sistemas de gestão e nos documentos eletrônicos de saúde. Em todos esses casos, a pergunta é a mesma: Como confiar em uma operação realizada digitalmente? Certificado digital e segurança fazem parte da transformação digital Desde 2011, a Sempre Tecnologia apoia seus clientes na emissão de milhares de certificados digitais em todo o Brasil, combinando tradição, segurança, agilidade e conveniência. Porque facilitar a vida do cliente não significa eliminar os cuidados. Significa fazer a complexidade funcionar sem que ela se transforme em problema. É exatamente o que acontece no Pix. Você vê o botão, mas não vê os sistemas conversando. Vê o dinheiro chegando, mas não vê a cadeia de confiança trabalhando. O certificado digital já está muito além da assinatura. Você só não percebia.

Certificado digital não é tecnologia de elite

Muita gente ainda pensa que o certificado digital é caro, complicado e feito para grandes empresas. Mas, se fosse verdade, como explicar sua presença no Minha Casa, Minha Vida, um dos maiores programas habitacionais populares do Brasil? A Caixa Econômica Federal lançou um Portal de Assinaturas Eletrônicas que permite o uso do certificado ICP-Brasil em documentos relacionados ao programa. Além disso, a tecnologia que antes parecia distante agora pode ajudar famílias a formalizar contratos, termos e formulários de forma totalmente digital. O certificado digital pode ser usado no Minha Casa, Minha Vida? Sim. A nova plataforma da Caixa permite utilizar certificados ICP-Brasil para assinar eletronicamente documentos relacionados ao programa. Com o certificado ICP-Brasil, o usuário pode realizar uma assinatura eletrônica qualificada, modalidade que a legislação brasileira reconhece como o mais elevado nível de segurança. Essa modalidade garante autenticidade, integridade e validade jurídica aos documentos que o usuário assina. Na prática, portanto, isso pode eliminar etapas presenciais e tornar o processo mais ágil e seguro. Para quem mora longe de uma agência, depende de transporte público ou precisa faltar ao trabalho, essa mudança representa economia de tempo e dinheiro. Caro não é apenas aquilo que tem preço. Caro também é perder um dia inteiro para assinar um documento. A certificação digital atende à população? Sim. A ICP-Brasil acompanha as necessidades da sociedade e oferece serviços que empresas, profissionais e cidadãos utilizam. Nesse sentido, sua adoção no Minha Casa, Minha Vida mostra que segurança digital não é luxo exclusivo das grandes organizações. O certificado possui um custo porque existe uma estrutura séria por trás dele, com identificação do titular, tecnologia, auditorias e proteção das credenciais. No entanto, olhar apenas o preço e ignorar os deslocamentos, impressões e horas economizadas é enxergar só metade da conta. Além disso, a ICP-Brasil é uma infraestrutura nacional de confiança. E o Brasil reúne muito mais do que grandes empresas. Também reúne trabalhadores, pequenos empreendedores e famílias que precisam acessar serviços públicos com menos burocracia e mais segurança. O que a iniciativa representa? Nesse sentido, a iniciativa mostra que a certificação digital está cada vez mais próxima da vida real da população. Ao incorporar a ICP-Brasil a uma plataforma do Minha Casa, Minha Vida, a Caixa reconhece que inclusão digital também exige segurança e validade jurídica. Por isso, desde 2011, a Sempre Tecnologia facilita a emissão de certificados digitais em todo o Brasil, combinando segurança, agilidade e conveniência. Porque certificado digital não é tecnologia de elite. Caro é perder tempo. Caro é enfrentar burocracia desnecessária. Caro é formalizar o maior compromisso financeiro da vida sem a segurança adequada. A ICP-Brasil também é popular. E agora ajuda a tornar mais simples o caminho digital para a casa própria. Conheça o Portal de Assinaturas Eletrônicas da Caixa Para conhecer a plataforma, acesse o Portal de Assinaturas Eletrônicas da Caixa: Portal de Assinaturas Eletrônicas da Caixa

TEF em Goiás: entenda a obrigatoriedade e os prazos para 2026 

Se você tem uma empresa de varejo em Goiás, provavelmente já ouviu falar sobre a obrigatoriedade de integração entre meios eletrônicos de pagamento e documentos fiscais. Mas, afinal, o que é o TEF em Goiás e o que muda na rotina do empresário? A mudança exige que as transações realizadas por meios eletrônicos de pagamento estejam vinculadas às operações fiscais correspondentes. Além disso, a Secretaria da Economia de Goiás determina que essa integração ocorra de forma direta, imediata e integrada, por meio da comunicação entre o sistema de pagamento e o programa emissor do documento fiscal. Por isso, mais do que trocar equipamentos, o momento exige que o varejista avalie como pagamento, venda e emissão fiscal estão conectados dentro da empresa. O que é o TEF em Goiás? Antes de tudo, é importante entender o que está por trás dessa mudança. Quando um cliente realiza uma compra e paga com cartão, Pix ou outro meio eletrônico, a operação precisa estar corretamente relacionada ao documento fiscal correspondente. Assim, a empresa passa a depender de uma integração tecnológica entre o sistema de pagamento e o sistema responsável pela emissão fiscal. De acordo com a Secretaria da Economia de Goiás, a solução deve permitir que, uma vez registrado o pagamento eletrônico, ocorra automaticamente a emissão do documento fiscal correspondente ou a vinculação do pagamento a um documento previamente emitido, conforme as regras aplicáveis. O que muda na prática? Na prática, pagamento e documento fiscal deixam de funcionar como processos isolados. Imagine uma venda no balcão: O cliente escolhe o produto, o atendente registra a venda, o consumidor realiza o pagamento e, então, o documento fiscal correspondente precisa estar corretamente relacionado àquela transação. Portanto, o empresário precisa olhar para toda a operação, e não apenas para a máquina de cartão. Por que a integração entre pagamento e nota fiscal é importante? A integração busca aumentar a segurança, a transparência e a conformidade das operações fiscais. Além disso, ela reduz a dependência de processos manuais e facilita a comunicação entre os sistemas envolvidos na venda. Para o varejista, isso significa que a estrutura tecnológica da empresa passa a ter ainda mais importância. Afinal, quanto maior o volume de vendas, maior também é a necessidade de manter informações consistentes entre caixa, pagamento e documento fiscal. A própria Secretaria da Economia destaca que a nova disciplina busca melhorar a segurança e a conformidade das obrigações tributárias relacionadas às operações comerciais. O TEF em Goiás exige trocar a máquina de cartão? Não necessariamente. Esse é um dos principais pontos que o empresário precisa entender. A obrigação não deve ser interpretada simplesmente como uma exigência para trocar uma máquina de cartão. O ponto central está na integração entre o meio eletrônico de pagamento e o sistema emissor do documento fiscal. Por isso, antes de realizar qualquer mudança, a empresa deve verificar se sua estrutura atual consegue atender aos requisitos de integração. O que precisa estar integrado? De maneira geral, o varejista precisa olhar para o conjunto da operação: A Secretaria da Economia de Goiás também orienta que os contribuintes observem as Notas Técnicas publicadas no Portal Nacional da Nota Fiscal Eletrônica relacionadas às informações de pagamento nos documentos fiscais eletrônicos. PIX e cartão entram na integração? Sim. A regra trata da vinculação das transações realizadas por meios eletrônicos de pagamento às operações sujeitas ao ICMS e aos respectivos documentos fiscais. Isso significa que o empresário precisa avaliar os diferentes meios eletrônicos utilizados no negócio e entender como cada um deles se relaciona com o processo de venda e emissão fiscal. Portanto, não basta analisar somente o cartão. É necessário avaliar toda a jornada da venda. Como preparar a empresa para o TEF em Goiás? Antes de tudo, o empresário precisa entender como a operação funciona atualmente. 1. Avalie seu sistema de gestão Verifique se o sistema utilizado pela empresa possui estrutura para realizar a integração necessária entre pagamento e emissão fiscal. 2. Analise o funcionamento do PDV O ponto de venda precisa acompanhar essa integração, afinal, é nele que a venda começa e onde as informações da operação são registradas. 3. Confira os meios de pagamento utilizados Mapeie cartão, Pix e outros meios eletrônicos utilizados pela empresa. Depois disso, verifique como cada transação é registrada e vinculada à venda. 4. Revise os processos do caixa Além da tecnologia, os processos também precisam estar organizados. A equipe deve saber como realizar as operações corretamente, evitando procedimentos paralelos e retrabalho. 5. Não deixe a adequação para a última hora Por fim, antecipar essa análise permite identificar possíveis problemas de integração antes que eles afetem a rotina do negócio. Assim, a empresa consegue testar sua estrutura e corrigir eventuais inconsistências com mais tranquilidade. O que acontece com quem ainda utiliza processos manuais? Esse é um ponto que merece atenção. Quando pagamento, venda e emissão fiscal dependem de processos separados, aumentam as chances de inconsistências e retrabalho. Além disso, processos manuais dificultam a conferência das informações e podem tornar a operação mais lenta. Por outro lado, quando os sistemas conversam entre si, a empresa ganha mais organização, rastreabilidade e controle. E essa mudança não precisa ser vista apenas como uma obrigação. Ela também pode representar uma oportunidade para modernizar a operação. Como o SempreVarejo pode ajudar? A solução foi desenvolvida para unir vendas e gestão em uma única operação, permitindo que o varejista tenha mais controle sobre a rotina do negócio. Além disso, o SempreVarejo reúne recursos para apoiar a operação comercial, financeira e de estoque, enquanto oferece uma visão mais integrada da empresa. Por isso, ao se preparar para as novas exigências do varejo em Goiás, o empresário também pode aproveitar o momento para avaliar se a tecnologia utilizada atualmente acompanha o crescimento do negócio. Mais do que adequar o caixa, é importante construir uma operação preparada para vender, controlar e crescer. TEF em Goiás: o que o empresário precisa fazer agora? Em resumo, a principal mudança está na necessidade de integrar os meios eletrônicos de pagamento aos documentos fiscais, seguindo

O maior vazamento da sua empresa pode estar no bolso do funcionário

Imagine a seguinte cena: sua empresa exige que o colaborador tenha um celular próprio para trabalhar. Parece uma decisão prática, econômica e até moderna. Afinal, quase todo mundo já tem um smartphone. No entanto, sem perceber, muitas empresas estão transferindo para um aparelho particular um patrimônio que nunca deveria sair do seu controle: o relacionamento com os clientes. Celular pessoal no trabalho: um risco para a segurança da informação nas empresas Pense no que acontece na prática. O cliente salva aquele número, troca mensagens, envia documentos, faz pedidos, tira dúvidas e cria confiança. Com o tempo, ele deixa de conversar com a empresa e passa a conversar com uma pessoa. É exatamente nesse momento que um dos ativos mais valiosos da organização deixa de estar sob sua gestão. Além disso, esse cenário é mais comum do que parece, principalmente em empresas que utilizam aplicativos de mensagens como principal canal de atendimento. O que acontece quando um colaborador deixa a empresa? Agora faça uma pergunta simples: o que acontece quando esse colaborador deixa a empresa? Ele leva consigo o histórico das conversas, os contatos, os arquivos compartilhados e, muitas vezes, o principal canal de comunicação com dezenas ou até centenas de clientes. Mesmo que exista boa-fé, a empresa perde algo muito mais importante do que um telefone. Ela perde governança sobre informações que pertencem ao negócio. Consequentemente, recuperar esse relacionamento pode ser um processo demorado e, em alguns casos, impossível. Por que esse risco ainda passa despercebido? O mais curioso é que muitas organizações investem em antivírus, firewall, backup e treinamentos sobre LGPD. Entretanto, acabam ignorando um risco que está diante dos seus olhos todos os dias. A segurança da informação não começa apenas na tecnologia. Ela começa, principalmente, nas decisões de gestão. Por isso, controlar quem acessa informações, onde esses dados ficam armazenados e quais dispositivos são utilizados faz parte de uma estratégia moderna de proteção da informação. Como proteger os dados da empresa quando colaboradores utilizam celulares próprios? Empresas mais maduras adotam políticas claras para reduzir esse tipo de risco. Entre as principais boas práticas estão: Além disso, organizações que adotam processos de Gestão de Identidade e Acessos (IAM) conseguem acompanhar com mais precisão quem acessa cada informação e reduzir significativamente riscos relacionados ao uso inadequado de dados corporativos. LGPD e governança de dados também fazem parte dessa discussão Quando informações de clientes ficam armazenadas em dispositivos particulares, a empresa também precisa considerar aspectos relacionados à proteção de dados e à governança das informações. A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) reforça a importância de adotar medidas técnicas e administrativas capazes de proteger dados pessoais durante todo o seu ciclo de vida. Mais do que atender à legislação, criar processos claros aumenta a segurança, fortalece a confiança dos clientes e reduz riscos operacionais. Saiba mais sobre a LGPD no portal oficial do Governo Federal: https://www.gov.br/esporte/pt-br/acesso-a-informacao/lgpd Segurança da informação começa na gestão Na Sempre Tecnologia, acreditamos que segurança não significa apenas impedir ataques. Ela significa garantir que a informação certa permaneça nas mãos certas durante todo o ciclo de vida do negócio. Afinal, proteger dados também é proteger relacionamentos, reputação e a continuidade da empresa. Empresas que tratam identidade digital, controle de acessos e governança da informação como prioridade conseguem crescer de forma mais segura e preparada para os desafios da transformação digital. Perguntas frequentes sobre segurança da informação nas empresas É seguro utilizar o celular pessoal para trabalhar? Depende da política adotada pela empresa. Sem regras claras, controle de acessos e ferramentas corporativas, o uso de dispositivos pessoais pode aumentar riscos relacionados à segurança da informação. O que é BYOD? BYOD (Bring Your Own Device) é a prática de permitir que colaboradores utilizem dispositivos pessoais para atividades profissionais. Para que esse modelo seja seguro, é importante estabelecer políticas de uso, controle de acessos e proteção de dados. Como proteger os dados da empresa em celulares de colaboradores? Boas práticas incluem utilizar ferramentas corporativas, definir políticas de segurança, controlar permissões de acesso, revisar usuários periodicamente e adotar soluções de gestão de identidade. Qual a relação entre LGPD e dispositivos pessoais? Quando dados pessoais são acessados ou armazenados em dispositivos particulares, a empresa continua responsável por adotar medidas capazes de proteger essas informações e reduzir riscos de incidentes. No fim, a pergunta continua a mesma: Os dados dos seus clientes pertencem à sua empresa ou ao celular de quem trabalha nela? Responder essa pergunta é um passo importante para fortalecer a segurança da informação, proteger relacionamentos e construir uma gestão mais preparada para os desafios do ambiente digital. Se este conteúdo fez sentido para você, compartilhe com outros empresários que também precisam refletir sobre a forma como administram seus dados e seus acessos.

Por que o certificado digital não deve ser compartilhado?

Você emprestaria o cartão da sua conta bancária junto com a senha? Provavelmente não. Mas, quando o assunto é certificado digital, muitas empresas adotam uma prática que surgiu para facilitar a rotina entre empresários e escritórios de contabilidade: compartilhar o certificado com quem cuida das obrigações fiscais. Na maioria das vezes, isso acontece por um motivo simples. “Mas eu confio no meu contador.” E essa confiança é importante. Afinal, ela faz parte de uma parceria construída ao longo do tempo. O que mudou foi a tecnologia. Hoje, a segurança digital oferece alternativas que permitem manter essa relação de confiança com mais controle, rastreabilidade e proteção para todos os envolvidos. Além disso, se bancos, grandes empresas e até órgãos públicos investem continuamente em gestão de identidade e acesso, é porque controlar quem realiza cada operação se tornou um dos pilares da segurança da informação. Posso compartilhar meu certificado digital com o contador? A recomendação é que o certificado digital permaneça sob o controle exclusivo do seu titular. Sempre que outra pessoa precisar atuar em seu nome, existem mecanismos oficiais de delegação, como a Procuração Eletrônica da Receita Federal, que tornam esse processo mais seguro. Durante muitos anos, compartilhar o certificado acabou se tornando uma solução prática para agilizar atividades do dia a dia. Hoje, porém, já existem formas mais modernas de conceder acesso sem abrir mão da identidade digital do empresário. Além disso, as melhores práticas de segurança recomendam que cada profissional utilize sua própria identidade digital para executar apenas as atividades que lhe foram autorizadas. Dessa forma, esse modelo fortalece a segurança, melhora a rastreabilidade das operações e reduz riscos futuros. Por que não compartilhar o certificado digital? Ao utilizar identidades digitais individuais, cada ação realizada pode ser atribuída ao profissional responsável. Consequentemente, a empresa ganha mais transparência, segurança e facilidade para auditorias. Além disso, esse modelo reduz significativamente o risco de uso indevido das credenciais e fortalece a governança digital. O que diz a legislação sobre o uso do certificado digital? A Medida Provisória nº 2.200-2, de 24 de agosto de 2001, estabelece que o certificado digital deve permanecer sob o exclusivo uso, conhecimento e controle de seu titular. Essa previsão existe porque o certificado digital representa a identidade eletrônica de uma pessoa ou empresa. Sua principal função é permitir que cada operação realizada em ambiente digital possa ser atribuída ao seu verdadeiro titular. Por isso, essa característica é justamente o que torna o certificado digital uma ferramenta confiável para assinar documentos, emitir notas fiscais, acessar sistemas governamentais e realizar diversos outros serviços eletrônicos. Por que a legislação protege o uso do certificado digital? O objetivo é garantir autenticidade, responsabilidade e segurança nas operações eletrônicas. Assim, sempre que um documento é assinado ou um serviço é realizado utilizando um certificado digital, existe uma identidade vinculada àquela ação. Esse é um dos principais pilares da confiança digital. Se eu confio no meu contador, onde entra a segurança? A confiança continua sendo essencial na relação entre empresário e contador. O que evoluiu foram os mecanismos de segurança, que hoje permitem preservar essa confiança sem a necessidade de compartilhar a mesma identidade digital. Na segurança da informação existe um conceito chamado Gestão de Identidade e Acessos (IAM). Na prática, isso significa garantir que cada pessoa utilize sua própria identidade para executar apenas as atividades que lhe foram delegadas. Além disso, esse modelo facilita auditorias, aumenta a transparência e permite identificar com precisão quem realizou determinada operação sempre que necessário. É exatamente esse tipo de controle que organizações públicas e privadas vêm adotando cada vez mais. O que é Gestão de Identidade e Acessos (IAM)? A Gestão de Identidade e Acessos (IAM) é um conjunto de práticas que controla quem pode acessar sistemas, quais operações cada usuário pode executar e quais responsabilidades estão associadas a cada acesso. Por isso, ela é considerada uma das principais estratégias de segurança digital utilizadas por empresas e órgãos públicos em todo o mundo. Como a Procuração Eletrônica ajuda nesse processo? A Procuração Eletrônica da Receita Federal permite que o empresário delegue poderes específicos ao contador sem precisar compartilhar seu certificado digital. Na prática, cada profissional continua utilizando sua própria identidade digital. O empresário mantém o controle sobre seu certificado. Enquanto isso, o contador continua realizando normalmente as atividades para as quais recebeu autorização. Além de aumentar a segurança, esse modelo melhora a rastreabilidade das operações e reduz riscos em caso de auditorias ou incidentes. Assim, trata-se de uma evolução natural da forma como empresas administram seus acessos digitais. Por que essa prática é considerada uma boa prática de segurança? Porque o certificado digital foi concebido para identificar, de forma inequívoca, o seu titular. Quando cada profissional utiliza sua própria identidade digital, torna-se mais simples acompanhar quem realizou cada operação e manter um histórico confiável das atividades executadas. Além disso, esse modelo está alinhado às recomendações modernas de governança, gestão de identidades e segurança da informação, adotadas por empresas e organizações no mundo inteiro. Mais do que evitar riscos, ele contribui para processos mais organizados, transparentes e seguros. Quais são os benefícios de manter cada identidade digital sob o controle do titular? Quando cada pessoa utiliza sua própria identidade digital, a empresa passa a ter mais clareza sobre quem realizou cada operação. Consequentemente, a rastreabilidade aumenta, auditorias se tornam mais simples e a gestão dos acessos ganha mais transparência. Além disso, esse modelo fortalece a governança digital e reduz riscos operacionais. Qual é a forma mais segura de utilizar o certificado digital? A forma mais segura é manter o certificado digital sob a gestão exclusiva do seu titular e utilizar mecanismos oficiais de delegação sempre que terceiros precisarem atuar em seu nome. A transformação digital trouxe novas ferramentas para tornar a rotina das empresas mais simples e, ao mesmo tempo, mais segura. Na Sempre Tecnologia, acreditamos que segurança não significa complicar processos. Significa utilizar os recursos certos para que cada pessoa tenha exatamente o acesso de que precisa, preservando a confiança construída entre empresários e seus parceiros.

O alerta não era verdadeiro. O prejuízo pode ser.

Olha que história louca. Milhões de brasileiros foram acordados por um alerta da Defesa Civil. O celular tocou. A mensagem parecia oficial. O susto foi real. Mas o alerta era falso. Agora pense numa coisa. Se um sistema criado para avisar sobre enchentes, deslizamentos e situações de risco pode ser utilizado de forma indevida, o que aconteceria se alguém tivesse acesso ao WhatsApp da sua empresa? Ou ao sistema que emite suas notas fiscais? A história da Defesa Civil não é sobre a Defesa Civil. Ela é sobre um risco que existe dentro de qualquer empresa. Segurança digital empresarial: o que esse alerta nos ensina? O episódio levanta uma reflexão importante sobre segurança digital empresarial. Afinal, quando um acesso indevido acontece, o impacto vai muito além da tecnologia. Além disso, muitas empresas acreditam que estão protegidas apenas porque possuem sistemas modernos. No entanto, a verdadeira proteção depende do controle de acessos, da gestão de identidades e de processos bem definidos. Como um acesso indevido ao WhatsApp da empresa pode gerar prejuízos? Um criminoso pode utilizar o WhatsApp corporativo para aplicar golpes, solicitar pagamentos, enganar clientes, obter informações confidenciais e causar danos financeiros e reputacionais. O que assusta não é a tecnologia utilizada. Na verdade, é a simplicidade do ataque. Na maioria dos casos, não existe um hacker de filme de Hollywood digitando códigos em uma sala escura. Em vez disso, existe uma senha compartilhada. Um computador sem controle. Um celular perdido. Ou, ainda, um acesso que nunca deveria existir. E, quando isso acontece, o invasor passa a falar com clientes, fornecedores e parceiros usando o nome da sua empresa. Consequentemente, o prejuízo financeiro costuma ser apenas o começo. Principais riscos de um WhatsApp corporativo comprometido O que pode acontecer se alguém acessar o sistema de emissão de notas fiscais? Um invasor pode emitir documentos fiscais indevidos, criar movimentações inexistentes, gerar obrigações tributárias e comprometer a regularidade fiscal da empresa. Muitos empresários acreditam que a emissão de notas é apenas uma atividade operacional. Porém, não é. Ela representa a identidade fiscal do negócio. Por isso, se alguém consegue operar esse ambiente sem autorização, o problema deixa de ser tecnológico. Passa a ser contábil, jurídico e financeiro. Além disso, provar posteriormente que determinada operação foi fraudulenta nem sempre é simples. Por que a emissão de notas fiscais exige controle rigoroso? Porque ela está diretamente ligada à identidade da empresa perante órgãos fiscais e governamentais. Portanto, qualquer uso indevido pode gerar impactos significativos. Como proteger os acessos críticos da empresa? A melhor forma de proteção é combinar gestão de acessos, controle de permissões, rastreabilidade e autenticação segura. É aqui que muitas empresas erram. Elas investem em ferramentas. Mas esquecem dos processos. Segurança digital não significa desconfiar das pessoas. Pelo contrário. Significa criar mecanismos que impeçam erros humanos de se transformarem em crises. Perguntas que toda empresa deveria responder Se essas respostas não estiverem claras, existe um risco oculto dentro da operação. Como o certificado digital ajuda a proteger a empresa? O certificado digital permite identificar, autenticar e atribuir responsabilidade às operações realizadas em ambiente eletrônico. Em outras palavras: Ele funciona como uma identidade digital confiável. Quando utilizado corretamente, permite saber exatamente quem realizou determinada ação, quando ela ocorreu e qual usuário estava envolvido. Por isso, ele é fundamental para: Certificado digital e rastreabilidade Além da autenticação, o certificado digital fortalece a rastreabilidade das ações realizadas em ambientes eletrônicos. Dessa forma, aumenta a segurança e a responsabilização das operações. Mas existe um detalhe importante. Ter um certificado digital é apenas parte da solução. A outra parte é administrar corretamente seu uso. Como evitar que uma falha digital se transforme em uma crise empresarial? A prevenção depende da implementação de processos de governança digital, controle de acessos e gestão adequada das identidades eletrônicas da empresa. O falso alerta da Defesa Civil mostrou algo importante. Até sistemas extremamente relevantes podem ser utilizados de forma indevida quando controles falham. Por isso, a pergunta que todo empresário deveria fazer não é: “Isso pode acontecer?” Porque pode. A pergunta correta é: “Se acontecer amanhã, minha empresa está preparada?” A maioria das empresas só faz essa reflexão depois do problema. Por outro lado, as melhores fazem antes. E é exatamente por isso que a Sempre Tecnologia insiste tanto em gestão, segurança e boas práticas digitais. Porque proteger o negócio é muito mais barato do que reconstruí-lo depois de uma fraude. O que especialistas recomendam sobre segurança digital? Especialistas em segurança da informação defendem que empresas adotem uma abordagem preventiva, baseada em identidade digital, controle de acessos e governança de dados. Além disso, organizações como o CERT.br disponibilizam conteúdos e orientações sobre boas práticas de segurança digital para empresas e usuários. Perguntas frequentes sobre segurança digital empresarial O que é segurança digital empresarial? É o conjunto de práticas, tecnologias e processos utilizados para proteger informações, sistemas e acessos dentro de uma empresa. Qual é o maior risco para a segurança digital de uma empresa? Na maioria dos casos, o risco está relacionado a acessos indevidos, permissões mal administradas e falhas nos processos de controle. O certificado digital aumenta a segurança? Sim. Ele ajuda a validar identidades, autenticar usuários e registrar ações realizadas em ambientes eletrônicos. Como evitar fraudes digitais na empresa? Por meio de gestão de acessos, controle de permissões, autenticação segura, treinamento de usuários e adoção de boas práticas de governança digital. Confira a opinião do Edmar Araujo, Diretor-Executivo da Associação Nacional de Certificação Digital (ANCD) sobre este assunto:

A próxima identidade não será humana

A China acaba de tomar uma decisão que parece saída de um filme de ficção científica: criar identidades digitais para robôs humanoides. A medida pode soar exagerada hoje. No entanto, ela revela uma discussão que deve impactar empresas, governos e cidadãos muito antes do que imaginamos. O que é identidade digital para inteligência artificial? Identidade digital para inteligência artificial é um conjunto de mecanismos que permite identificar, autenticar e responsabilizar sistemas inteligentes que atuam em nome de pessoas ou organizações. Em outras palavras, da mesma forma que utilizamos documentos, biometria e certificados digitais para identificar indivíduos, será necessário criar formas seguras de identificar agentes digitais. Por que robôs precisarão de identidade digital? Porque será necessário identificar os agentes digitais da mesma forma que identificamos pessoas. Durante décadas, a transformação digital foi construída para responder a uma pergunta fundamental: Quem está do outro lado da tela? Para isso, surgiram documentos eletrônicos, biometria, certificados digitais e assinaturas eletrônicas. Todos esses mecanismos foram criados para garantir autenticidade, rastreabilidade e responsabilidade. Como a identidade digital evoluiu ao longo do tempo Primeiramente, foi necessário identificar pessoas. Depois, tornou-se importante validar transações digitais. Agora, surge um novo desafio: identificar sistemas inteligentes que passam a atuar de forma autônoma em diversos processos. Portanto, a próxima etapa da transformação digital envolve não apenas pessoas, mas também inteligências artificiais. O novo desafio da inteligência artificial Agora surge um novo desafio. À medida que inteligências artificiais passam a negociar, analisar documentos, atender clientes e tomar decisões em nome de empresas, deixa de ser suficiente identificar apenas seres humanos. Além disso, também será necessário identificar os sistemas que atuam por eles. Imagine uma IA que aprove uma operação financeira indevida, divulgue uma informação sensível ou assuma um compromisso contratual. Quem responde por isso? O dono da empresa? O desenvolvedor? O fornecedor da tecnologia? Sem mecanismos claros de identificação, essa resposta se torna cada vez mais difícil. Quais riscos surgem sem identidade digital para IA? Entre os principais riscos estão: Por isso, discutir identidade digital para inteligência artificial deixou de ser um tema futurista e passou a ser uma necessidade estratégica. A próxima fase da transformação digital A iniciativa chinesa mostra que o debate sobre inteligência artificial está entrando em uma nova fase. Hoje, o foco já não é apenas o que a tecnologia consegue fazer. Pelo contrário. O foco passa a ser como garantir confiança em suas ações. E confiança sempre depende de identidade. O que muda para empresas e organizações? Empresas precisarão saber: Consequentemente, identidade digital e governança de IA caminharão lado a lado. Identidade digital e confiança no ambiente digital É por isso que a Sempre Tecnologia acompanha esse movimento de perto. Porque identidade digital, certificação digital e segurança da informação não são apenas ferramentas para assinar documentos. Na verdade, elas são a base da confiança no ambiente digital. Hoje, essa confiança protege pessoas e empresas. Amanhã, ela também será responsável por identificar agentes de inteligência artificial que atuarão em nosso nome Pergunta frequente: a inteligência artificial poderá ter identidade própria? A inteligência artificial poderá possuir mecanismos de identificação digital próprios. Entretanto, isso não significa independência jurídica. Ainda assim, será necessário definir quem responde por suas ações e como essas responsabilidades serão registradas e auditadas. Essa discussão já começou e tende a ganhar cada vez mais relevância nos próximos anos. A próxima identidade não será humana No fim, a pergunta mais importante não será o que uma inteligência artificial consegue fazer. Será quem ela é, quem a controla e quem responde por ela. E toda transformação digital sustentável começa exatamente por essa resposta.  

Quem entra no seu sistema hoje?

Quase todo mundo faz isso errado. E, pior ainda, nem percebe. A empresa investe em segurança, coloca senha, instala sistema e acha que está tudo protegido. No entanto, o problema não está no sistema. Está em quem entra nele. Gestão de identidade e acesso: o verdadeiro risco está nas permissões Olha isso. Imagina sua casa toda protegida. Portão fechado, câmera ligada, tudo certo. Porém, você não sabe quem tem a chave. Pode ser um amigo, um ex-funcionário ou alguém que já passou por ali. A casa está segura por fora. Mas, por dentro, você perdeu o controle. É exatamente isso que acontece nas empresas. Hoje, ninguém precisa invadir nada. O acesso já existe. Login e senha, permissões antigas, usuários que continuam ativos mesmo sem precisar. Tudo funcionando “normal”. E é justamente aí que mora o risco. Quem tem acesso aos seus sistemas? Agora, pensa com a gente. Você sabe exatamente quem pode acessar cada sistema da sua empresa? Além disso, sabe o que cada pessoa consegue fazer lá dentro? Ou, simplesmente, você confia que está tudo certo? Se não tem clareza, não tem controle. E, quando não tem controle, o problema aparece. Às vezes em um acesso que não deveria existir.Às vezes em uma informação que foi usada sem autorização.Às vezes em uma decisão tomada por alguém que nem deveria estar ali. Não faz barulho. Mas custa. Como a gestão de identidade e acesso reduz riscos Por isso, as empresas mais preparadas mudaram o foco. Elas pararam de pensar apenas em proteger o sistema e começaram, então, a organizar quem pode acessar o quê. Nome, permissão e responsabilidade. Tudo definido. É aí que entra a gestão de identidade. Cada acesso deixa de ser “liberado” e passa a ser controlado. Além disso, cada ação tem um dono. E, quando você usa ferramentas como o certificado digital padrão ICP-Brasil, não existe dúvida sobre quem está do outro lado. Ou seja, é identidade validada de verdade. Se quiser entender melhor sobre certificação digital no Brasil, vale conferir também:https://www.gov.br/iti Segurança digital com controle e clareza E tem um ponto importante. Além de mais seguro, fica mais fácil. O certificado digital permite acessar, assinar e validar informações com rapidez, sem complicação e sem depender de confiança cega. Ou seja, é segurança que funciona no dia a dia. Segurança não é só tecnologia É esse tipo de clareza que a Sempre Tecnologia defende. Segurança não é só tecnologia. É saber exatamente quem está dentro do seu sistema e o que essa pessoa pode fazer. Porque, no fim, não adianta proteger a porta se você não sabe quem está com a chave. E, ainda assim, quase ninguém sabe. Compartilhe com quem ainda acha que segurança é só colocar senha.